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VIAPAR substitui saco de lixo convencional por material biodegradável

Produto inovador leva apenas entre seis e 18 meses para ser absorvido pela natureza, contra cerca de meio século do comumAvançando mais um passo em sua política que visa contribuir para a preservação do meio ambiente, a VIAPAR decidiu substituir os sacos plásticos comuns utilizados para acondicionar o lixo produzido em seus diversos departamentos, por um outro tipo de saco elaborado com material biodegradável. A concessionária informa que consome mais de 7.500 unidades por mês.De acordo com o analista da Qualidade e Meio Ambiente da empresa, Walace Merlin, enquanto o produto convencional demora cerca de 40 a 50 anos para completar o ciclo de degradação, esse outro – que começa a decompor-se quando em contato com o oxigênio – leva somente entre seis e 18 meses.O material é produzido em Maringá e, juntamente com algumas redes de supermercados locais, a VIAPAR está entre as primeiras empresas a utilizá-lo. Hoje, o custo do biodegradável é cerca de 10% mais caro que o comum, mas a popularização de seu uso acredita Merlin, acabará diminuindo o valor do produto.

O analista da Qualidade e Meio Ambiente da VIAPAR diz que a concessionária decidiu adotá-lo por uma questão de cidadania, como um investimento no futuro do planeta. “Várias outras empresas, de diferentes setores, passarão a incorporá-lo ao seu dia-a-dia tão logo conheçam os benefícios que oferece ao ambiente”, concluiu Walace. (VIAPAR)

Este Post tem 3 Comentários
  1. Pessoal, Bom Dia,

    temos em Serrana, interior de São Paulo, um grupo de ação direta, que possui um centro cultural autogerido, e estamos também com a idéia de divulgar a substituição do material convencional de plástico por um bidegradável em nossa cidade e região, junto a outras ONGs, aliás, já estamos começando a trabalhar a conscientização das pessoas para este tema, também virado para as sacolas plásticas utilizadas no comércio, gostaria de receber de vocês uma melhor demonstração do seu produto, e saber quais as possíveis chances de parceria podemos ter para tornar esta idéia uma realidade.
    Aguardo resposta.

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