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Maringá e o insolúvel problema do lixo

Vamos falar sobre o problemático lixo de Maringá?

Não aguentamos mais esta enrolação para resolver um problema tão simples, afinal já faz mais de 6 anos que só ouvimos promessas, mas de concreto, nada.

O que está faltando é menos idéias mirabolantes e mais pé no chão.

O maringaense gera mais de 1 quilo de lixo por dia e 75% do volume – volume e não peso – ou 40 a 45% de peso é composto por materiais recicláveis que devem ser recolhidos pelas 5 cooperativas da cidade. Sobrariam somente 20% do lixo orgânico em volume ou 50% de peso – que é o orgânico para fazer compostagem, se transforma em adubo natural e pode ser vendido – e de 3 a 5% de rejeito, este poderia ser queimado, colocado no aterro sanitário – se houvesse, porque todo o lixo está sendo jogado em uma pedreira atualmente – enfim, somente de 3 a 5% de todo o material gerado por pessoa na cidade é realmente lixo.

Então Silvio, qual o grande segredo para limpar a cidade? Não existe.

Qual a solução mágica? Não existe.

Não adianta voar para os quatro cantos do mundo para trazer tecnologia trekker, a única solução é também a mais simples e é separação do lixo na fonte, separação do lixo na fonte, separação do lixo na fonte, e estamos repetindo a solução várias vezes para você, Silvio, você, Fiewski, entoarem como um mantra até aprenderem a lição, até acreditarem nesta verdade indiscutível, incontestável.

Separação, reciclagem e compostagem, já!

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